sábado, 22 de janeiro de 2011

Estranho amor

Esta postagem é dedicada ao Marcelo, que me fez lembrar que o amor tem muitas formas, muitos rostos, muitos gêneros. Fiz este poema pois aprendi a respeitar as outras formas de amor, perfeitamente descritas no blog do nosso amigo.

ESTRANHO AMOR

Beijo bom é beijo seu,
Tão doce que dissolve o fel,
Olhar belo é olhar seu,
Tão alvo que clareia o breu,
Carinho quente é carinho seu,
Doce acalanto que redime o réu,
Amor grande é amor seu,
Imenso, a ganhar o céu,
Esranho amor esse meu e seu,
Amor esse de dois Romeus,
Amor assim, você e eu.

4 comentários:

Felipe Faverani disse...

Oi, Dragoni, tudo bem?
É bom perceber que pessoas como você, que escrevem sobre o amor, não somente se colocam a escrever sobre ele mas como também a conhecê-lo totalmente. Um professor do colegial disse uma frase em sala de aula uma vez que provavelmente eu nunca vá esquecer: "Aquele que não enxerga as diferentes formas e silhuetas nas quais o amor aparece não enxerga amor algum, apenas uma imagem distorcida, embaçada.".
Parabéns pelo poema.
Abraço.

disse...

Belo poema!
Amor é amar de qualquer maneira, e de maneira alguma deixar de enxergar as formas do amor. Sei lá de onde tirei isso agora, mas... hehehe
Parabéns pelo poema!

Marcelo R. Rezende disse...

VIIIIIIIIIIIIIIIIXE, que eu achei a coisa mais linda do mundo.
Poxa, moço, que lindeza de ler, que gostoso que ficou no ouvido.
Fera.

Obrigado pelo carinho.

Marcio Nicolau disse...

não estranho. Acho natural.